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segunda-feira, maio 28, 2007

Piratas do Caribe – No fim do

Mundo



O terceiro filme da franquia, é uma sequência direta do segundo, Jack Sparrow (Johnny Depp) está desaparecido, e seus amigos(ou não?!), Elizabeth Swann (Keira Knightleu) e o Capitão Barbossa (Geoffrey Rush), além dos outros piratas secundários que já são de conhecidos dos outros filmes, estão tentando encontrá-lo. Mas antes precisam ir a Cingapura falar com Capitão Sao Feng (Chow Yun-Fat), sobre uma reunião com os principais Capitães piratas do mundo, enquanto conversam, Will Turner (Orlando Bloom), tenta roubar um mapa de Sao Feng, claro que nada da certo, começo de filme já viu (=D).

A aventura segue, até O Fim do Mundo, onde Jack está aprisionado, depois até a tal reunião dos piratas mais pintudões do mundo, é ai a história da uma morrida, mas nada que dê aquela broxada significativa, mas perde um pouco o entusiasmo, porque em filmes de piratas, queremos ver lutas, sangue, tiros... =D

Jack é responsável pelos melhores momentos do filme, o cara é doido, excêntrico, chegando até parecer homossexual (Gay, mesmo!), mas ele está ótimo, conseguimos dar boas risadas com ele, além dele ser o responsável pela maioria das tretas do filme, conseguir manipular tudo a seu modo. E é fato, não há outro que possa interpretá-lo a não ser Johnny Depp, pois ele conseguiu compor o personagem magnificamente, tornando-o o maior, responsável pelo sucesso de Piratas do Caribe, talvez sem ele não tivéssemos esse sucesso.



Davy Jones (Bill Nighy), está ótimo também, aquela cara/cabeça de polvo é nojenta, mas é assaz.

O Rolling Stone Keith Richards me surpreendeu bastante como Capitão Teague, foi bêbado para a gravação(=D), não é ator, tudo bem que sua participação seja curta, mas é o suficiente, aparece em um momento bem foda do filme, e sua fala é assaz importante.

Não há o que reclamar de Elizabeth, além de dar o ar da graça, ela é um ponto chave no filme, é astuta, esperta, inteligente, necessária para o andamento do filme.

O único que eu não consigo gostar é de Will Turner, parece que falta algo, não sei se é o personagem, ou o Orlando Bloom que não conseguiu compor o papel, só sei que acho ele totalmente Nhé.

Uma coisa que chama a atenção, muita atenção, são os efeitos especiais, faz o filme ficar lindo, nada parece artificial, tudo tão bem feito que os olhos até brilham olhando as imagens.

O Filme seria muito melhor se não fosse da Disney, sei que quem ler vai chingar e querer me espancar, mas vamos lá; A Disney, é algo que dificilmente entenderemos, tinha tudo pra se modernizar, se tornar ainda maior, na área cinematográfica, e fica com cenas e alguns momentos sem noção, algumas coisas chatas, clichês medíocres, que poderiam muito bem terem sido mudados, algumas coisinhas infantis demais, mas tudo bem, não me alongarei mais, quando vir o filme entenderá.

Mas assistam o filme, garanto que se você gostou dos outros dois, irá adorar esse, que é muito melhor que o segundo, não chega a ser melhor que o primeiro pelo fato dele ter pego todo mundo de surpresa – eu por exemplo, só assisti um bom tempo depois, isso sim porque o filme que eu queria locar, já estava locado, ai foi assim, “se só tem tu, vai tu mesmo” - é um filme divertido, engraçado, caro, que vale a pena ser visto no cinema, e antes que perguntem, ele deixa brecha pra uma continuação, e esperem o final dos créditos, depois me contem porque no cinema onde assisti desligaram antes.

Um comentário:

Brnunes disse...

Lendo novamente, nem parece que fui eu quem escreveu isso, ate me sinto envergonhadzinho, hoje eu escreveria diferente e acho que melhor, muita coisa muda em 4 anos =)